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Dicas incríveis de como trabalhar com o aluno autista e ampliar a aprendizagem

omo trabalhar com o aluno autista

A escola é uma instituição que tem o dever de acolher a todas as crianças sem qualquer tipo de discriminação. É um lugar de socialização, onde o respeito às individualidades deve ser praticado por todos os membros da comunidade escolar.

No entanto, quando se trata do autismo, falta por parte do Estado ações de capacitação para que esses profissionais tenham condições de receber essas crianças. Os professores e demais profissionais da educação precisam de todo o apoio necessário para que essas crianças possam se desenvolver com dignidade e respeito. O Manual do Professor vai dar a você algumas dicas de como trabalhar com o aluno autista para desenvolver o seu potencial intelectual e social.

Entenda o autismo

Antes mesmo de saber como trabalhar com o aluno autista, é preciso entender melhor esse transtorno. Primeiramente é preciso deixar bem claro que autismo não é uma doença e sim condições médicas que causam problemas relacionados ao desenvolvimento da linguagem, interação social, nos processos de comunicação e comportamento social.

O Transtorno do Espectro Autista ou autismo, como é conhecido, é um Transtorno com influência genética que causa defeitos em partes do cérebro, como o cerebelo.

Desenvolvimento social

A bagunça, a conversa fora de hora, as rodinhas entre amigos são comportamentos comuns entre alunos que os professores já estão bem acostumados  a lidar em sala de aula. No entanto, quando se trata do aluno autista a questão é justamente contrária, pois o transtorno é caracterizado pela dificuldade de comunicação e interação social. Suas ações são marcadas principalmente pelas repetições de movimentos.  

Um exemplo a ser seguido

No projeto de educação física inclusiva, realizado em Curitiba (PR), professores ajudam um aluno autista a vencer barreira do isolamento. Isso foi possível através da criação de um circuito motor e corridas de revezamento para a turma do 4º ano. Os resultados são incríveis. Assista ao vídeo!

 

Convívio a base de respeito

Para realizar um bom trabalho com autista é preciso acima de tudo respeitar o seu tempo e os seus limites. Não adianta querer que ele responda da mesma maneira que uma criança que não possui o transtorno. Evite contatos físicos, pois para ele o mundo é ameaçador.  Insistir pode levá-lo a um comportamento agressivo. Para minimizar as dificuldades de convívio e socialização o professor deve ampliar o tempo de realização das tarefas e comunicar qualquer mudança na rotina.

Reconheça as individualidades

O autismo é dividido em três níveis, sendo considerados leves o primeiro nível que requer pouco suporte para viver. Os moderados, relacionados ao nível dois que precisam de algum suporte. Já o nível três é considerado o nível mais severo, onde o autista precisa de muito auxílio para viver. Além das diferenças relativas aos níveis do autismo, o professor precisa ficar atendo às individualidades de cada criança.

Não existe uma “receita” pronta para ensinar crianças e adolescentes com autismo. Crianças com o mesmo diagnóstico de TEA podem reagir de formas diferentes a mesma proposta pedagógica. Ou seja, o que funciona com um aluno, pode não funcionar com outro. O ideal é prestar atenção aos detalhes, no que desperta a atenção do aluno e o que o motiva e passar a trabalhar essas áreas.

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