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Metodologia STEAM protagonizou o Educação 360 deste ano

metodologia steam

Realizado dia 26 de novembro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, o encontro internacional 360, discute desta vez a proposta de educação da metodologia STEAM. Sobretudo, a proposta busca revolucionar a forma de aprendizagem. Entra em conflito com a educação tradicional, ao rever a relação professor-aluno e centralizar o estudante no processo. Siga a leitura para saber mais sobre o que foi abordado no evento.

Encontro internacional Educação 360

O evento, criado em 2013, é uma realização dos jornais O Globo e Extra. Certamente, possui uma lista extensa de apoio: Revista Galileu, site TechTudo, TV Globo, Canal Futura, Unicef e Unesco. Seu objetivo principal, é inovar no que tange o debate sobre educação. Saiba mais sobre o evento Educação 360 e os palestrantes selecionados este ano.

Sem dúvidas, sucesso desde sua primeira edição, a plataforma se diferencia de outros eventos educacionais por reunir diversos pontos de vista sobre o tema. Isto é, de professores e alunos à pesquisadores nacionais e internacionais, são apresentadas e discutidas propostas que buscam transformar a educação. Consequentemente, levá-la a outro patamar. Também, são oferecidas atividades práticas, workshops e feiras. Este ano, uma das grandes pautas protagonistas, foi a metodologia STEAM.

Metodologia STEAM

Em primeiro lugar, o modelo de ensino é dividido em 5 etapas:

  • Investigar;
  • Descobrir;
  • Conectar;
  • Criar.

Seu objetivo, é incentivar no aluno o desenvolvimento de competências como solucionar problemas e gerar conhecimento, através do trabalho de criatividade, lógica e senso crítico. A iniciativa surgiu na década de 90, nos EUA, de forma a evitar futura ausência de mão de obra especializada nos 5 campos em que a metodologia se baseia. Isto é, campos da Ciência, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática (em inglês, a sigla STEAM).

Assim, torna-se necessário um novo significado para o ensino tradicional. Logo, mostrou-se que não é mais cabível que o aluno se mantenha passivo na sala de aula. É preciso que ele se envolva. Certamente, o que é frequentemente colocado em voga, diz respeito à resistência de parte dos professores no que está relacionado com a utilização massiva de tecnologia e integração das disciplinas através de projetos. Sem dúvidas, o processo de ressignificação não acontece do dia pra noite.

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